Pegueibode na revista EXAME

Daniela e a irmã, Gabriela Carvalho, ambas fashionistas, decidiram colocar algumas peças do guarda-roupa para vender, usando o Facebook. “Fizemos isso de madrugada, na insônia, e no dia seguinte já tínhamos vendido algumas coisas”, conta Daniela. A ideia ganhou público, virou site e, em pouco tempo, já havia se tornado referência entre as socialites paulistanas. O acervo é abastecido apenas com peças de pessoas conhecidas ou indicadas, regra que ajuda a garantir a autenticidade e o bom estado dos itens. A rede de relacionamentos das irmãs foi essencial não só para o boca-a-boca, mas também para atrair aquelas vendedoras que preferem manter o anonimato.

“O preconceito com artigos usados diminuiu bastante, mas ainda há pessoas que não querem se expor. Tem gente famosa, por exemplo, que ganhou uma bolsa de presente e prefere manter o anonimato”, diz a sócia do Peguei Bode. A comissão do site é definida caso a caso e fica em torno de 40%. Daniela não revela o faturamento, mas dá uma dica. “Já fomos procurados por investidores, interessados em apostar no nosso site, mas recusei. É muito rentável já, não vi necessidade”, conta. Enquanto no velho e bom brechó de rua as peças costumam ter baixa qualidade e ficar apinhadas nos cabides, na revenda online o visual é a alma do negócio.

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